06 agosto 2016

O RESTO - INFELIZMENTE - SABEM...

23 julho 2016

O “ALEMÃO IRANIANO” E O PAPÃO DE MUNIQUE…

Bem sei que Munique, a par, suponho, de Nuremberga, povoa os pesadelos dos louvadores da cartilha do pensamento único.
Os acontecimentos de ontem e o proferir da expressão, “malditos turcos” – que uma testemunha ouviu do atirador, parecia óptima para um papão mesmo a calhar – junta com a confissão de “nacionalidade” alemã (sempre espúria num iraniano) e a não reivindicação imediata pelo DAESH, abriram gloriosamente as portas à sempre tão grata tese da extrema-direira, o grande problema dos nossos dias e não o terrorismo islâmico, na voz dos nossos comentadeiros…
Até o grão-mação Rui Pereira se viu já hoje obrigado a confessar que “não creio que seja extrema-direita” (deve estar desolado o Moita Flores que ontem já tinha urdido uma tão linda tese, lembrando que ontem era, exactamente, o 5º aniversário da matança de Breivik…), ante a insistência de uma tolinha do CMTV, que, contra todas as provas, insistia na tese da extrema-direita… mais parecia uma cadelinha de Pavlov… Que pena, quando o terrorismo islâmico campeia na Europa, um atentado de extrema-direita vinha mesmo a calhar... Como se paga a esta gente para exclusivamente projectar a verborreia que vai nas suas cabeças, e advém das suas mundividências, com total impunidade e falta de seriedade? A resposta é simples, para nos narcotizar e condicionar as evidências!
Este hábito de imputar o crime às vítimas começa a ser absolutamente nojento. A Europa paga hoje o alto tributo de um triste multiculturalismo – cujos efeitos os realistas sempre vaticinaram - que lhe impuseram, e acossados pela mé(r)dia (cuja orientação de sentido único vai sendo cada vez mais clara) e pelos censores do politicamente correcto. Qualquer europeu que reaja, ou apenas se mostre indignado, é mimoseado com o rótulo de “racista” (equivalente actual ao “fascista” no pós 25A ou ao “herege” da Idade Média, uma coisa de “bandalarga”que serve a tudo o que é mau), e pronto para ser imolado no altar dos grandes “valores” deste nosso tempo…
Os arautos do politicamente correcto já assumiram o falhanço do processo de integração, o grão-mação até confessou que esta gente “não respeita os nossos valores” (é um começo, embora os dele não sejam, seguramente, os mesmos que os meus…), processo que nunca existiu pois não se pode integrar quem o não quer e, ao invés, pretende impor valores e hábitos espúrios. Há solução simples: parar e reverter.
O aumento da extrema-direita, gostem eles ou não de ouvir, advém apenas dos factos de ter tido um discurso verdadeiro, desprovido de fantasias e ao encontro do que as pessoas sentem e não do mundo ideal que mentes distorcidas projectam num mundo de fantasia…
“Ausländer raus!” será uma expressão cada vez mais ouvida em diversas línguas. Acabada a patranha, posta a nu a evidência, infelizmente regada a sangue, as pessoas percebem, finalmente, o barril de pólvora que os pulhíticos foram alimentando.

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15 julho 2016

COMENTADORES E COMENTADEIRAS...

Há umas criaturas muito "betas", desejosas de ficarem bem na fotografia, que peroram sobre o tema do terror que se abate sobre a Europa, insistindo sempre no gueto - para não apontarem o dedo à etnia ou à religião - que abandonou estes "revoltados". Já não há pachorra...
Os nossos portugueses que emigraram para França foram remetidos para guetos terríveis, esses sim sem quaisquer condições ao contrário das casas, dadas pelos respectivos países que estes hoje possuem, e não me consta que jamais tenha havido uma qualquer "Frente de Libertação do Galo de Barcelos" a praticar destas acções criminosas... Nunca se resolverá este problema enquanto se quiser tapar o sol com a peneira...

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INTEGRAÇÃO

É talvez a maior “balela” dos actuais censores do politicamente correcto, ufanosamente defensores, ante a pilha de cadáveres que se vão acumulando na Europa, dos “valores da Europa” que dizem eles, com o ar mais sério, ser os da Revolução Francesa… como se a Europa tivesse nascido em finais do século XVIII, dos rios de sangue e assassinatos arbitrários que brotaram dos gritos de “liberdade, igualdade e fraternidade”.
A palavra integração provém do étimo latino “integrare”, “tornar inteiro, fazer um só”, algo que pressupõe, portanto, aceitação e partilha de valores.
Trata-se, assim de uma acção com o obectivo de constituir um todo, de completar um todo com as partes, fazendo com que alguém ou algo passe a pertencer a esse todo.
É assim impossível, integrar, quem se opõe – desde que aqui nasce, ou chega – aos valores das sociedades europeias que os acolhem. A Europa não possui os valores da Ásia ou África, nem deve ser fadada para nova Babel (quando essas mesmas pessoas tão acerrimamente defendem os valores, tantas vezes hostis aos da Europa, dessas paragens) o resto são cantigas ou contos de Hans Christian Andersen que tantos cegos insistem em ver o “rei vestido”. E não venham com a cantilena da xenofobia… estar atento é diferente de assobiar para o lado para defender o indefensável mas que parece bem…
Mas claro, o grande perigo disto é o crescimento do nacionalismo (os que defendem os valores da Europa tradicional, anterior a 1789). Não há paciência...

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06 julho 2016

"MINHOTIMORENSE"

Uma das críticas (que contextualizadamente entendo) dos meus camaradas mais novos é a de ser um "Minhotimorense". Aceito a crítica e compreendo-a, fui assim educado, assim cresci e assim aprendi a amar Portugal. Outros, por tristes fados da história, nasceram e cresceram noutro Portugal... menor e encolhido pela traição de tantos.
Recentes manifestações em Díli, a propósito dos sucessos do nosso país no Euro, mostram a verdade daqueles conceitos e a traição a que a canalha abrilina entregou as populações que, noutras paragens, nasceram e cresceram à sombra da bandeira de PORTUGAL.

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28 maio 2016

ESCLARECIMENTO DA DIRECÇÃO DA ASHENO

ESCLARECIMENTO
A ASHENO – Associação de História do Estado Novo resultou da vontade manifestada pelo Senhor Dr. Rui Salazar de Lucena e Mello de fazer evoluir um grupo de pessoas congregadas num ideal comum, tal foi o de preservar a memória de Seu Tio Avô, o Insigne Estadista que foi o Senhor Professor Doutor  António de Oliveira Salazar e todo o acervo e memórias que dele herdou e cuidou, ao longo de mais de quatro décadas, com inusitado sacrifício pessoal e material, incompreensões muitas e incontáveis vilezas, torpes e rasteiras.
Esse Grupo informal, constituído por seus amigos próximos, denominava-se “GAOS-Grupo de Admiradores do Professor Doutor António de Oliveira Salazar”, foi criado em 28 de Julho de 1970, evoluindo até uma representação mais consistente em 1984, com presenças nacionais e alguns representantes no estrangeiro, reduzindo-se, desde então, pelos efeitos do infatigável relógio da vida que é o tempo e para alguns deles o fim dela.
Naturalmente cansado de muitas e inqualificáveis baixezas, fruto de reserva mental e menoridade histórico-politica, decidiu transformar esse Núcleo inicial e seus principais objectivos em algo mais amplo, estruturado e organizado, decidindo-se recentemente pela criação de uma Associação, para a qual indigitou pessoas nas quais depositou confiança e reconheceu atributos, tendo para o efeito formatado o seu núcleo duro, sendo sua, também, a decisão de escolher os principais responsáveis para os Órgãos Sociais da que viria a ser a ASHENO- Associação de História do Estado Novo.
Importa referir, em prol da verdade, que entretanto havia apoiado uma experiência na qual depositou natural expectativa e resultados, através de uma relevante instituição denominada NEOS - Núcleo de Estudos Oliveira Salazar, que assinala este ano vinte e cinco anos de actividade. É associado do NEOS, fruto da sua amizade próximo com o falecido e saudoso Professor Pinheiro da Silva, largos anos Presidente do NEOS mas, também nesta experiência não encontrou os propósitos e resultados que pretendia e persegue, tomando assim a decisão de evoluir para uma nova solução dos seus legítimos objectivos, decidindo-se pela realidade que é a ASHENO.
Escassos seis / sete meses foi o tempo de organização deste desiderato que está tipificado e grafado nos Estatutos da ASHENO, juridicamente consagrados em Escritura Pública realizada no dia 22 de Abril de 2016, no Cartório Notarial de Santa Comba Dão, perante a respectiva Notária – Senhora Drª. Maria Cristina Pereirinha Henriques e legitimada em Assembleia – Geral electiva, realizada no Sábado dia 14 de Maio de 2016 na Casa da Beira, localizada na União de Freguesias de Óvoa / Vimieiro, Concelho de Santa Comba Dão.
No decurso deste período de tempo, congregaram-se vontades, disponibilidades e competências que conduziram à formação de uma “massa crítica” de mais de 70 Membros Associados Fundadores, à data do encerramento dos trabalhos da referida Assembleia-Geral.
Os objectivos, modelos de acção, conteúdos e demais propósitos, foram criados autonomamente, sem pretensões de comparações, independentemente de outras entidades ou instituições que tenham tido ou venham a ter idênticos objectivos e desejem concretizá-los à semelhança daqueles traçados pela ASHENO.
Qualquer interpretação que caía fora desta realidade, só poderá ser atribuída a falsas concepções ou outros possíveis desígnios que tenham como finalidade - no limite – pôr em causa ou tentar confundir a independência , seriedade determinação e convicções da ASHENO venham elas donde vierem.
O nosso desejo e firme propósito é alcançar os nossos objectivos no tempo e no espaço possíveis, sem estados de alma ou reservas mentais, relativamente a quem quer que tenha outra visão ou interpretação dos nossos princípios orientadores e objectivos claramente definidos, como afirmámos.
A especulação e expectativas idealistas são uma prática infelizmente habitual em certos grupos ou areópagos que nada fazem e porventura desejam que nada seja feito por outros; sejam eles quem forem!
A ASHENO está preparada e determinada a não se deixar confundir ou ser acusada de práticas opacas, sobre o que quer que seja, que não o que aqui deixamos cristalinamente expresso.

A Direcção
Lisboa, 28 de Maio de 2016

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24 maio 2016

O FIM DE UM CICLO... OU DE UM JORNAL?

Embora com uma ligação anterior de muitos anos ao semanário "O Diabo", nele escrevi semanalmente desde Março de 2011 (há pouco mais de cinco anos), a convite do então novo director, o meu amigo Duarte Branquinho. Aceitei, então, essa maior  ligação - e obrigação - por acreditar no respectivo director, seu projecto e pela profunda liberdade intelectual do mesmo (apesar de, tal como eu, ser conotado com a "tenebrosa" extrema-direita). O anterior director do jornal é um homem livre, intolerante com as perseguições, venham de onde vierem, independentemente de rótulos que lhe queiram colar. Somos nisso muito parecidos e por tal, grande a nossa cumplicidade e muitos os rótulos que nos possam querer colar. Livres, estrutural e intrinsecamente, e por isso infinitamente mais tolerantes que a maioria dos "democratas", incapazes de se libertarem de "entre-olhos", do parece bem e da ditadura do politicamente correcto.
A aceitação desse encargo levou-me a relegar a um plano de quase estagnação este blogue, facto pelo qual peço desculpa aos seus leitores. Como já repararam recomecei as publicações no mesmo. Deve-se tal ao facto de ter abandonado "O Diabo" e, consequentemente "regressar" a esta tribuna...
É verdade saí d' "O Diabo" após tantos anos e a razão foi a recusa de publicação do exacto conteúdo vertido no "post" anterior pelo actual director, Doutor Miguel Mattos Chaves.
Os meus estimados leitores devem estar, por esta altura, perplexos: porque razão não publicaria o jornal o relato da constituição e objectivos da Associação de Estudos do Estado Novo? Não lobrigam? Eu também me custou a perceber, embora a versão oficial do director (MMC)  tenha sido que não cabia "na linha de artigos de opinião ou de análise que sempre norteou, desde a fundação, (que me lembre pois estive alguns anos sem o ler) a linha editorial deste semanário" e porque era "um escrito de propaganda pura e dura de uma sociedade de direito privado, em tom nu e cru" (MMC). Confesso-vos que fiquei estupefacto, em primeiro lugar porque sendo uma pessoa normal jamais enviaria para "o Diabo" algo que contrariasse os seus valores; em segundo lugar porque jamais anteriores directores, José Esteves Pinto ou Duarte Branquinho, recusaram qualquer texto meu, antes os agradecendo; em terceiro lugar porque conhecendo os leitores do jornal sabia que era um assunto apecisdo e finalmente pela ligação ao actual director.
E permitam-me aqui um parêntesis alongado, mas que se justifica. Sou amigo do actual director há muitos anos, fomos colegas no mesmo colégio nos tempos do liceu, tivemos (e temos) diversos amigos comuns, crescemos na mesma zona de Lisboa, partilhámos militâncias em associações, fui seu professor na licenciatura em Relações Internacionais, fui eu que o indicou ao anterior director para colaborador permanente do jornal e depois o indiquei como possível director e, para não vos aborrecer mais, comigo o anterior director discutiu o seu nome para o suceder e comigo o próprio se aconselhou antes de aceitar, como imaginam não poderia estar mais longe de ser alguém assim a vetar-me pela primeira vez nos muitos anos de colaboração no jornal.
Claro que sendo militante do CDS/PP ponderámos os riscos, mas a verdade é que o anterior director tinha que sair e alguém teria que assumir o lugar. As mudanças seriam inevitáveis, o novo director imprimiria - como é natural - as suas características, mais tendentes aos interesses do sistema instalado e das obrigações cobradas a quem milita em determinados partidos, mas a verdade é que sempre acreditámos que permanecendo alguns "clássicos" se poderia manter parte da essência do jornal. Puro engano como ora se vê.
Uma primeira subtil diferença - embora muito sintomática - foi operada junto ao título do jornal: o antigo "Semanário Político Independente", passava apenas a um, tranquilo, bem-comportado, integrado e conformado, "Semanário Político".
Se esta opção marcava a paixão de MMC pela área da Ciência Política, perfeitamente legítima e atendível, marcava também o temor da mudança num sentido de um maior alinhamento com o politicamente correcto, com os interesses do sistema e, consequentemente, a perda da INDEPENDÊNCIA, o valor maior e supremo do jornal desde sempre.
Ante a surpresa da recusa, temendo estar com o discernimento toldado, perguntei ao anterior director se se oporia à publicação de tal notícia so que Duarte Branquinho me respondeu: "Claro que não! Pelo contrário, é um tema que interessa aos leitores do jornal". Estava eu correcto quanto à adequação ao jornal, apenas o jornal já não era o mesmo... Assumindo a excusa a forma de "inadequação editorial" e jamais de censura ("Não posso ser acusado de te censurar fosse o que fosse. Far-me-ás essa justiça! MMC), até porque insistiu para que lhe enviasse os habituais artigos de opinião.
Ante a recusa fui eu que resolvi abandonar o jornal escrevendo-lhe que "Sempre tive liberdade total nesse jornal, nos muitos anos que aí escrevi (nunca nenhum dos directores anteriores recusou algo que enviasse) e creio ser tarde para me «emendar». Não perdes grande coisa, pois tens muita gente nova e, naturalmente, mais próxima de ti e das tuas ideias para contigo colaborar. Os vossos leitores serão cada vez mais diferentes - muito mais politicamente correctos, integrados e bem comportados - pois os muitos que conheço gostariam de saber notícias do que hoje enviei", acrescentando "Se historiar, em modo, justamente, de reportagem, o nascimento de tal associação - de estudo histórico - consideras «propaganda pura e dura», creio estar a mais no teu jornal pelo que te peço me excuses de continuar a dar a minha opinião que, estou certo, maculará a nova linha editorial".
Acrescentei "os ciclos iniciam e terminam, o meu, após isto terminou e, temo, cada vez mais "O Diabo" se afastará do que já foi e caminhará para o «mais do mesmo» de um centrão que não levará Portugal a lado nenhum".
"O Diabo" como o conhecemos está irremediavelmente a caminho do fim, rapidamente.
  
 

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21 maio 2016

A FUNDAÇÃO DA "ASHENO" - ASSOCIAÇÃO DE HISTÓRIA DO ESTADO NOVO


No passado dia vinte e dois de Abril, no Cartório Notarial de Santa Comba Dão”, perante a respectiva notária, senhora Dra. Maria Cristina Pereirinha Henriques, havia-se realizado a escritura de constituição da “ASHENO -Associação de História do Estado Novo, instituída pelos seguintes sócios fundadores: Rui Salazar de Lucena e Mello, Maria Isabel Ferraz Antunes, Alexandre Lafayette Palermo Estêvão da Silva, João Manuel Ribeirinho Cordeiro Leal, António Augusto Matias de Noronha e Lorena, Walter Cândido Ventura, David Manuel Estêvão da Palma Brito Pinheiro, José Rui Baptista Alves Pereira, Fernando Manuel Marques dos Santos Dias, Rui Manuel Pereira Rodrigues dos Santos e João Fernando dos Santos Fradinho Duarte de Oliveira.

A ASHENO é uma associação de direito privado, sem fins lucrativos, constituída por patriotas Portugueses e visa, entre outros, os seguintes objectivos:

A promoção da investigação e contextualização histórica do Estado Novo, do pensamento e da acção do Doutor António de Oliveira Salazar, como estadista e como Português;

A preservação do espólio do Doutor António de Oliveira Salazar e a promoção da criação de um Centro de Documental e Museológico, preferencialmente na emblemática e hoje abandonada “Escola cantina Salazar” (inaugurada em 28 de Abril de 1940), sem exclusão de outros imóveis de interesse manifesto para o cumprimento de tal objectivo;
 
A incentivação, transmissão e publicitação do resultado de investigações científicas realizadas;

Num âmbito mais geral, estimular o estudo e a difusão da cultura Portuguesa e a contribuição para o intercâmbio e difusão de conhecimentos.

Elegeu-se então uma Comissão Executiva, constituída pelos sócios Alexandre Lafayette Estêvão da Silva, Rui Salazar de Lucena e Mello, António Augusto Matias de Noronha e Lorena, Maria Isabel Ferraz Antunes e Walter Cândido Ventura, que apreciou e admitiu vários pedidos de ingresso como Sócios da ASHENO e designou o dia catorze de Maio, para a reunião da Assembleia Geral na qual deverão ser eleitos os membros dos Órgãos sociais da Associação.

No referido dia 14 de Maio, mais de uma vintena de sócios fundadores da ASHENO deslocou-se a Santa Comba Dão, para a referida Assembleia-geral precedida, todavia, de almoço convívio no restaurante local “O Típico”, após o qual seguiram para o edifício da Casa da Beira, anexa à Igreja de Óvoa (União de Freguesias de Óvoa e Vimieiro), onde se realizou a Assembleia-geral sendo a mesa constituída e conduzida por Alexandre Lafayette Estêvão da Silva, Rui Salazar de Lucena e Mello, António Augusto Matias de Noronha e Lorena e José Rui Alves Pereira (presidente da União de Freguesias de Óvoa e Vimieiro).
 
O presidente da mesa historiou sumariamente a razão de fundação da associação, essencialmente a de congregar todas as pessoas de boa vontade que não deixaram de amar Portugal e a Verdade Histórica, e que não foram irremediavelmente contaminadas com a propaganda anti-nacional que se instalou no nosso País nas últimas quatro décadas, transmitindo às gerações futuras testemunho daquela Verdade sob pena de se alcandorarem os traidores e desertores em heróis e apostrofarem os que serviram Portugal.

Seguiu-se interessante debate no qual intervieram os seguintes associados: José Rui Alves Pereira, António Noronha e Lorena, Alberto Corrêa de Barros, apelando à participação no jantar do 28 de Maio, que se realiza no Porto desde 1976, Dª. Marília Antunes Marques, António Cunha Horta, Humberto Nuno de Oliveira, Fernando Castro Brandão e João Duarte Oliveira.

Passou-se então à eleição, por unanimidade de votos, dos órgãos sociais assim constituídos, para o próximo triénio: Mesa da Assembleia-geral: Presidente – Alexandre Lafayette Palermo Estêvão da Silva, Vice-Presidente – Walter Cândido Ventura e Secretário – José Rui Baptista Alves Ferreira, com os seguintes suplentes – Maria da Graça de Melo Almeida, David Manuel Estêvão da Palma Brito Pinheiro e Luís António Baptista Simões Serra; Direcção: Presidente – António Augusto Matias de Noronha e Lorena, Vice-Presidente – Humberto Nuno Lopes Mendes de Oliveira, Secretário – João Manuel Ribeirinho Cordeiro Leal e Vogais – Maria Isabel Ferraz Antunes e Luís Manuel Fernandes Carasso e Suplentes: Fernando Manuel Marques dos Santos Dias, Paulo Jorge Guerreiro Domingos, António Cunha Horta e João Oliveira e Conselho Fiscal: Presidente – Luís Antunes Martins, Relator – Luís Miguel Afonso Geraldes e Secretário – Rui Manuel Pereira Rodrigues dos Santos.

No final da Assembleia-geral a ASHENO contava com mais de setenta sócios fundadores.

Antes do regresso dos participantes não residentes na zona, visitou-se no Vimieiro a casa onde nasceu o Doutor Salazar e rumou-se ao cemitério da localidade para prestar sentida homenagem, junto à campa rasa onde repousa o estadista.
 
 

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